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A transição de negócios e a gestão interina na área fiscal

Hoje é possível efetuar a contratação temporária de assessoria de profissionais especializados para execução de projetos pontuais e de média duração em cenários dinâmicos, flexíveis e conectados a tecnologia, como alternativa de evitar o overhead e elevados custos de contratação de um executivo ou gestor para atuar na área fiscal em momentos de transição.
A organização em transição que foca a recomposição ou reestruturação da área fiscal – tributária, optar pela gestão interina, acionando os especialistas e assessores por um período suficiente para que se efetue a transição, como exemplo, setups, complementação da equipe fiscal-contábil na alocação em projetos da corporação no atendimento e cumprimento de novas regras definidas pela legislação do setor econômico, de modo a permitir melhor gestão dos resultados.
Algumas considerações e reflexões do cliente deverão ser levadas em conta como, por exemplo:

  • Porte da empresa: A Gestão Interina cabe perfeitamente nas empresas de médio porte;
  • Maturidade da equipe: União de jovens talentos, Tecnologia e Expertise de profissionais mais seniores.
  • Mercado volátil: empresas que estão passando por mudanças rápidas de mercado e que não tem muito tempo para “criar em casa” recursos e talentos.
  • Empresas em crise: Quando estão na crise, as empresas podem recorrer a um gestor interino. Sendo de fora e sabendo que tem a missão de salvar a empresa, ele será um reforço importante no esforço da retomada.
    Precauções Permanentes e alguns cuidados do cliente que contrata este serviço:
  • Objetivos e Resultados:É recomendável definir os objetivos e resultados antes ainda da contratação. A missão deve ser clara.
  • Suporte Interino:É preciso definir os recursos disponíveis internamente e estabelecer quais deles o novo gestor interino poderá utilizar. Isso evita o desgaste com negociações internas de verbas e burocracia de aprovações. Sem suporte, poderá haver comprometimento com os prazos e resultados esperados.
  • Acompanhamento:A gestão interina deve ser acompanhada de perto pelo líder da empresa e avaliação do escopo e resultados. Reuniões a cada duas semanas é recomendável para os ajustes entre as partes. A comunicação é fundamental.

Finalmente, por base contratual de prestação de serviços inibe entraves à legislação trabalhista em eventual mitigação de riscos.

Marcos Massayuki Katakura

Formado em Administração de Empresas pela Faculdade de Ciências Econômicas de São Paulo – Álvares Penteado – SP, atuou em diversos departamentos tributários de expressivas empresas nacionais e multinacionais como Cia União, Cia Melhoramentos, Renault do Brasil, Springer Carrier, Positivo Informática. Atuou na como consultor em empresa de auditoria e consultoria tributária – KPMG São Paulo.
Especialista em Tributos Indiretos. Participou de diversos trabalhos de aquisições de empresas e projetos especiais e star-ups de novos investimentos. Especialista no segmento da indústria automotiva. Associado ao Instituto Brasileiro de Governança Corporativa – IBGC, formando em Lean Six Sigma – Black Belt. Em abril de 2012, fundou em Curitiba – Paraná, a M7 Gestão Tributária & Performance.